Brazil Machinery Solutions

Inroda fecha negócios durante a Nampo Show 2019




27 - julho - 2020

A fabricante de máquinas agrícolas participou de missão promovida pelo Programa Brazil Machinery Solutions para a África do Sul no ano passado

A Inroda, fabricante de máquinas e implementos agrícolas, colhe hoje frutos da participação na missão para a Nampo Show 2019, organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions — parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ). A empresa desembarcou junto com outras 12 fabricantes brasileiras em maio do ano passado para uma das mais tradicionais feiras agropecuárias, realizada na cidade de Bothaville, na África do Sul.

Desde então, representantes da Inroda estão negociando com empresas do país. De acordo com Sidnei Cândido, gerente de mercado externo da Inroda, o primeiro pedido de exportação para o mercado sul-africano acaba de ser enviado. “Esse é o pontapé inicial da exportação para o continente”, afirma Sidnei. Até o momento a empresa tinha atuação internacional em países da América do Sul e Central.

A fabricante foi fundada na década de 1960 na cidade de Avaré, no interior de São Paulo. Na época, o carro-chefe da Inroda era a Roçadeira de Arrasto Avaré. Hoje, a empresa produz peças de caminhões, automóveis, tratores e máquinas agrícolas, roçadeiras hidráulicas, caçambas carregadeiras, garfos para silagens, guinchos hidráulicos, entre tantos outros. 

Nos últimos anos, o foco foi investir em alta tecnologia para garantir a continuidade do crescimento de vendas, tanto para o mercado externo como para o interno. Com isso, em 2019, a Inroda construiu uma nova fábrica, quase três vezes maior do que a antiga, e produziu lançamentos que estão dando frutos, como o best-seller Subsolador Texugo, que performa com alta tecnologia. 

Segundo Sidnei, as expectativas de negociações com os contatos realizados durante a Nampo Show 2019 são prósperas: “O time do BMS localizou quais empresas trabalham com o nosso produto e marcaram umas 15 reuniões durante a semana que ficamos na África do Sul.  Isso foi muito positivo e gerou resultado, eu já exportei a primeira entrega para uma nova parceira identificada na missão e temos mais dois contatos que estamos negociando para fechar entregas maiores”. 

Ele acrescenta dizendo que exportar é um processo um pouco mais demorado do que a venda para o mercado interno, pois é preciso “ir devagar, mostrar o seu produto e ir criando esse elo até ter confiança e conseguir trabalhar”. O gerente de mercado externo finaliza dizendo que durante a Nampo conversou com as empresas certas e foi muito importante ter um parceiro que conheça o mercado para garantir a eficiência nas reuniões.